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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O fim do Justiceiro? (2)

Há pouco tempo, Papo de Quadrinho divulgou aqui o que pode ser o fim do Justiceiro no arco de histórias Rest in Pieces, que começa na edição 8 da revista The Punisher a partir deste mês.

Agora, a Marvel liberou novo teaser de uma minissérie, arco ou edição especial chamado FrankenCastle, que estreia em novembro. Além da imagem ao lado, a única informação que chegou foi: “O Justiceiro como você nunca o viu antes”.

Sinceramente, espero que não seja nada parecido com aquela bobagem que foi a mini Purgatório (1998/1999). O Justiceiro não merece...

Aproveitando, a Marvel soltou também uma das capas alternativas da edição 9, que chega às bancas americanas dia 16 de setembro.

terça-feira, 28 de julho de 2009

O fim do Justiceiro?

A Marvel liberou a informação de que a partir da edição 8 da revista Punisher (nas bancas americanas dia 19 de agosto) tem início o arco Rest In Pieces (Descanse em Pedaços).

Segundo a editora, o acontecimento faz parte da saga Dark Reign: The List e diz apenas que depois de enfrentar o Dark Wolverine, a “pós-vida do Justiceiro será alterada para sempre”.

Punisher 8 terá capa de Mike Mickone e duas outras alternativas, desenhadas por Steve Dillon (com a moldura de 70 anos da Marvel) e Tom Raney.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Papo de Quadrinho viu: Justiceiro: Zona de Guerra

Por Társis Salvatore

Para manter a tradição de respeito deste blog a seus leitores, não há spoilers nesta nota.

O Justiceiro estreou nos quadrinhos como coadjuvante em The Amazing Spider-Man 129 (fevereiro de 1974), mas somente em 1986 ganhou minissérie própria. No início da década de 90, personagens violentos e/ou politicamente incorretos ganharam destaque; assim, Frank Castle, o Justiceiro, um ex-militar cuja família foi morta pela máfia durante um piquenique, sobreviveu para se tornar um impiedoso matador de mafiosos e alcançou grande sucesso e popularidade com uma fórmula basicamente simples: encontrar vilões e atirar para matar.

Para o azar dos fãs, as primeiras incursões do Justiceiro à telona não foram muito bem recebidas pela crítica e público. Em 1989, The Punisher estreou nos cinemas dirigido por Mark Goldblatt, com Dolph Lundgren no papel principal, um baixo orçamento e as muitas diferenças com relação aos quadrinhos. O resultado foi o fracasso nas bilheterias e o repúdio dos fãs.

Em 2004 houve uma nova tentativa de levar o Justiceiro para as telonas, mas, novamente, o resultado foi insatisfatório, embora muito melhor do que o primeiro filme. Desta vez, a trama remetia aos quadrinhos e o Justiceiro foi vivido por Thomas Jane tendo o galã John Travolta como vilão.

Curiosamente o que foi considerado o "verdadeiro" filme do Justiceiro, sequer chegou aos cinemas e saiu no Brasil diretamente em DVD.

Lançado em um momento em que o Justiceiro não desfruta de grande popularidade e a violência explícita já não tem lotado as salas de cinema americanas, o novo filme passou desapercebido do público exatamente por ser fiel aos quadrinhos e à essência de seu personagem.

Ray Stevenson é um retrato fiel do Justiceiro (da boa fase Garth Ennis e Steve Dillon, a dupla criativa que trabalhou com o persongem pelo selo Marvel Knights entre 2000 e 2003). Essa fase, marcada pela violência explícita tanto nos bons roteiros quanto na arte, foi transportada com maestria pela diretora Lexi Alexander (Hooligans, 2005) e trouxe no elenco dois personagens importantes dos quadrinhos: o vilão Retalho (Dominic West) e o parceiro Microchip (Wayne Knight, o Newman do seriado Seinfeld), além do próprio Stevenson.

Assim como nos quadrinhos, Justiceiro: Zona de Guerra apresenta sem firulas a violência e a amargura de Frank Castle. Sua fúria punitiva - Castle não quer vingança, quer punir os mafiosos - conta com a conivência da polícia local que aprova seus métodos para chegar aonde o grande braço da lei não alcança, até que um agente infiltrado é morto e a amargura de Castle põe em dúvida suas convicções.

O restante é um reflexo da violência que acompanha o Justiceiro nos quadrinhos, seu palco repleto de bandidos mortos sem piedade, uma guerra envolvendo diferentes facções e gangues e reféns da loucura de um terrível vilão: O Retalho.

É uma pena que o melhor filme do Justiceiro (alguns fãs diriam, o único filme do Justiceiro) é uma adaptação certa na hora errada, um momento em que o público médio se enche de esperanças pela vinda do novo presidente norte-americano e parece saturado pela guerra, não acreditando que a matança desenfreada seja a melhor diversão para o momento.

Para os fãs de quadrinhos, sobretudo de heróis "politicamente incorretos" como Justiceiro, valeu a espera por essa ótima adaptação.

sábado, 22 de novembro de 2008

Ennis e Dillon voltam a se reunir em Justiceiro

A dupla criativa responsável por uma das melhores – e mais violentas – fases do Justiceiro está de volta numa HQ especial anunciada pela Marvel para o dezembro, em Punisher War Zone 4.

É o mesmo mês em que estréia a terceira adaptação do personagem para o cinema, que recebeu forte influência do trabalho que Ennis e Dillon imprimiram ao Justiceiro no início dos anos 2000.

A trama é uma seqüência do já famoso arco "Bem-vindo de volta, Frank" e marca o retorno da vilã Ma Gnucci que, até onde me lembro, foi vista pela última vez sendo atirada pelo vigilante dentro de uma casa em chamas.

Garth Ennis e Steve Dillon estrearam no Justiceiro pelo selo Marvel Knights em abril de 2000 e mantiveram a parceria até novembro de 2003. Esta fase é marcada pela violência explícita, tanto nos roteiros quanto nos desenhos. Com a saída de Dillon, Ennis permaneceu no título até outubro passado.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Lexi Alexander volta a falar de Punisher War Zone

Ao que tudo indica, a briga entre a diretora-gata Lexi Alexander e a Lionsgate terminou (se é que existiu algum dia). Meses atrás, surgiu um boato de que ela teria sido desligada do projeto na fase de pós-produção. Lexi nunca confirmou a história, mas ao apagar todas postagens sobre Punisher War Zone de seu blog - e colocar a figura dos três macacos que não vêem, ouvem ou falam - botou mais lenha na fogueira.

Agora, a diretora volta a postar sobre o filme na sua página pessoal. A nota diz respeito à inclusão de elementos militares na trama, sua experiência pessoal com os mariners e a supervisão de um sargento no set de filmagem.

O que pode vir a ser a melhor adaptação do Justiceiro para as telas tem estréia marcada para 5 de dezembro nos Estados Unidos. O site Omelete, reproduzindo informação do Filme B (portal especializado em cinema) aponta 9 de abril para a produção chegar por aqui. A Sony, porém, não confirma.

Blog da Lexi: http://lexialexander.com/
Livros - Submarino.com.br