quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Inimigo clássico da Liga no desenho do Batman desta semana

Boa pedida para quem curte a Tropa dos Lanternas Verdes e 1) pode assistir ao Cartoon Network americano ou 2) é adepto do torrent...

Em The Brave and The Bold desta sexta-feira (6), “The Eyes of Despero”, escrito pelo quadrinhista J.M. Matteis, Batman é arrastado para o espaço e descobre que praticamente toda a Tropa está sob o comando hipnótico de Despero.

Com a ajuda de G’Nort, Guy Gardner e Sinestro, ele precisa impedir que o vilão tome conta do planeta Oa e o transforme numa arma de destruição em massa.

O novo desenho animado do Batman continua introduzindo elementos clássicos dos quadrinhos. Para quem não sabe, ou não lembra, Despero apareceu pela primeira vez na capa da edição de estréia da Liga da Justiça da América, em outubro de 1960.

Naquela história, ele já demonstrava seus poderes hipnóticos ao dominar a mente de toda a Liga e envolver os heróis num jogo de vida ou morte.

Como na maioria das semanas, este episódio traz também um teaser com Batman e Senhor Destino (mais um personagem clássico) lutando contra o mago Wotan.

Confira um trecho:

DataTársis informa: Quem não gosta de Alan Moore não gosta de Quadrinhos

Por Társis Salvatore

As vésperas da adaptação para o cinema do maior gibi de heróis já produzido – Watchmen - ainda me espanto com um pequeno número de nerds que reclama acintosamente do grande mago de Northampton.

Mesmo sendo uma clássica minoria, vou buscando entender por que essa voz desafinada ressoa contra um quadrinhista cujo trabalho é reverenciado pela maioria da crítica e do público leitor.

Bronca vazia
Antes de mais nada, ninguém é obrigado a gostar de um trabalho; cada um consome o que quiser. Mas tentar diminuir a obra de Moore? Baseado em quê? Seriam seus textos muito difíceis para a compreensão dos nerds menos conjurados ou apenas problemas ideológicos, fora do campo das HQs?

Quando Moore se tornou conhecido do grande mercado norte-americano ao trabalhar com o Monstro do Pântano, não parou mais de produzir grande histórias e praticamente fundou o gênero adulto dos quadrinhos de heróis, que basicamente existia em revistas européias.

Até então, quadrinhos eram vistos como coisa de criança, leitura de segunda classe, salvo exceções. Os quadrinhos adultos estavam no underground, passando ao largo dos super-heróis.

Não me recordo, na extensa bibliografia de Moore, de ter lido uma história realmente ruim. Ao contrário, a lista de obras fundamentais é extensa: Miracleman, Monstro do Pântano, A Piada Mortal, V de Vingança, Do Inferno, Watchmen... só para citar o que me lembro de cabeça.

Muitas delas passam, obrigatoriamente, pelos quadrinhos de super-heróis e trabalham com personagens icônicos. Os heróis perderam a inocência, para o desespero dos nerds infantilóides.

Porque o ranço?
Além da inveja e da dor de cotovelo natural dos incapazes, outros desavisados confundem a obra com o criador.

Alan Moore é um contraventor, um polemista, um estranho, um iconoclasta.

Não apenas no sentido literário. Declarado usuário de drogas leves, foi expulso da escola por passar drogas a outros alunos. É estudioso do ocultismo, viveu um triângulo amoroso durante anos e foi um feroz crítico do partido conservador inglês nos anos 80.

É avesso a computadores, passa horas bebendo em um pub, conversando, criando, despreocupadamente. Só por essas linhas já dá uma “invejinha”, não é? Definitivamente, sua biografia não remete a um sujeito comum.

Pegadinha da DC
Além do gênio incomum e do temperamento complexo, Moore pegou asco pelo mercado norte-americano quando afirmou – com justa razão - que suas criações lhe haviam sido roubadas, já que uma pequena trapaça contratual permitiu que diversos de seus personagens, como Watchmen e V de Vingança, nunca mais viessem para suas mãos.

Em entrevista para a revista brasileira Trip foi categórico ao afirmar: “(...) Eu estou simplesmente tão cansado, tão doente com a indústria de quadrinhos norte-americana e com o jeito com que eles tratam os criadores... Esse povo, você precisa entender isso, eles não têm talento algum. Eles não têm nenhum talento criativo. Eles tratam os autores como gado. É uma relação parasítica. O jeito como lidam com os escritores e os desenhistas... Terrível. São como parasitas em cima do talento dos criadores. Isso foi algo com que lidei durante muito tempo, em diferentes níveis, na minha carreira”.

Ainda assim, essa ruptura não o impediu de continuar produzindo uma extensa obra de valor, com quadrinhos como Tom Strong, Top Ten e Promethea, só para citar outros.

Alan Moore é um autor tão importante que é impossível olhar os quadrinhos contemporâneos sem se debruçar sobre sua obra. Aposto que todos que curtem grandes histórias envolvendo figuras heróicas devem ter lido, em algum momento, alguma grande história escrita por ele, mesmo que não saibam.

Não adianta fazer beicinho e rebolar. Gostar ou não desse homem excêntrico e cricri não é razão para desmerecer suas criações. Do mesmo modo, para gostar do trabalho de Alan Moore não é necessário morrer de amor por ele.

Para gostar da obra de Moore é necessário apenas compreensão e bom gosto.

E quem não se convencer que faça melhor.

Nota do Editor: as opiniões dos artigos assinados não refletem necessariamente a opinião deste blog ou de seu editor.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Blenq #1 chega pela editora Júpiter II

A primeira edição da revista com os personagens criados por Rod Gonzalez, colaborador da revista Mundo dos Super-Heróis, traz duas aventuras: Devastação Florestal, escrita por Rod com arte de Darlei Nunez, e S.O.S Bicho Preguiça, também de Rod, com colaboração de Amanda e desenhos de Óqui. A capa é de Emir Ribeiro (Velta).

Ambas histórias têm como temática a preservação do meio-ambiente. Na primeira, o Esquadrão C.A.O.S pede ajuda dos heróis Blenq e Luã para resgatar um membro da equipe, Lâmina, capturada enquanto investigava a devastação florestal provocada pelo vilão Artrópode e o bando do Coronel Guedes.

Na outra história, quem recorre à dupla de heróis é o pessoal do S.O.S. Preguiças a fim de deter um traficante de animais selvagens, em especial o bicho-preguiça.

A revista traz ainda um artigo escrito pela bióloga Vera Lúcia de Oliveira, que inspirou a personagem Verinha, sobre os hábitos dos bichos-preguiça e o risco de extinção desta espécie.

Os roteiros são simples, mas demonstram que Rod pesquisou bem o tema e cumprem seu papel de denunciar os prejuízos que ações inescrupulosas vêm causando ao meio-ambiente.

A arte de Darlei Nunez precisa evoluir mais, especialmente na caracterização dos personagens e ambientação. Óqui apresenta um traço mais firme e bem finalizado, e consegue transmitir o grau de emotividade que o roteiro pretende ao mostrar o drama dos bichos-preguiça.

Blenq #1 tem 28 páginas, miolo preto e branco e capa colorida. Foi lançada pela editora Júpiter II, do amigo José Salles, e custa R$ 3,00. Os pedidos podem ser feitos pelo e-mail smeditora@yahoo.com.br.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

5 Perguntas para Márcio Baraldi

O cartunista Márcio Baraldi começou a carreira em 1983 no sindicato dos Químicos do ABC e hoje é um dos mais prolíficos profissionais de sua geração. Continua produzindo charges e cartuns para sindicatos, colabora para diversas revistas – principalmente de rock -, confecciona vídeo-games, publica livros e, recentemente, engrossou as fileiras de quadrinhos nacionais da revista MAD.

O criador de Roko-Loko, Adrina Lina, Tatoo Zinho, Vapt e Vupt e muitos outros personagens responde as 5 Perguntas do Papo de Quadrinho desta semana.

1) Qual das suas paixões veio primeiro, o rock ou o quadrinho? Quando foi que você decidiu juntá-las?
Os quadrinhos, porque eu os descobri muito cedo, com uns três, quatro anos já tava encantado pelos gibis. Aprendi a ler com uns cinco anos de tanto que enchia o saco da minha mãe pra me ensinar a ler os gibis. Quando entrei na escola, com seis anos, já lia perfeitamente e era o melhor aluno da classe. Por ai você vê como o gibi e um ótimo instrumento de alfabetização. Já o rock eu fui entender o que era aos 11 anos, quando ouvi "We Will Rock You", do Queen, no rádio. Esperei o locutor falar o nome da música e sai correndo comprar o compacto de vinil que tinha essa de um lado e "We are the Champions" do outro. Foi meu primeiro disco de rock! Aí, imediatamente passei a desenhar o Queen compulsivamente, lotei cadernos e mais cadernos com histórias do Queen lutando contra aquele robô que tem na capa desse disco, uma puta ilustração do Kelly Freas.
Na seqüência, descobri o KISS e aí ferrou de vez, porque os caras eram puro gibi em cima do palco. Comecei a desenhar o KISS sem parar também. Em 1986, comecei a desenhar para um jornal chamado ROCKER, do ABC paulista, onde eu fazia as capas, ilustrações internas e uma tirinha de um roqueiro meio punk, meio rockabilly chamado Johnny Bastardo. Fiquei lá até o jornal fechar. Anos depois fui pra revista Rock Brigade , onde criei o Roko-Loko, e fui vazando para outras revistas como Roadie Crew, Dynamite e Comando Rock e não parei mais. O Roko-Loko já completou treze anos de publicação ininterrupta. Nada mal, né? E pensar que tudo começou com "We will Rock You" (risos)!...

2) Você tem um trabalho longo e consistente para vários sindicatos. Já aconteceu de você discordar do posicionamento político de algum deles? Como você administra eventuais conflitos entre suas convicções pessoais e a linha seguida por eles?
Nunca tive conflito porque eu sou filho de metalúrgico e praticamente me criei dentro dos sindicatos. Comecei a trabalhar neles aos 15 anos de idade e posso garantir que passei mais tempo dentro deles que da minha casa (risos). Sempre me senti mais à vontade neles que na minha própria casa. Nasci para trabalhar neles. Sou o cara certo no lugar certo, fazendo a coisa certa para e com as pessoas certas. Sou grato a Deus por isso. Não fui um cara que ficou perdido na vida, batendo cabeça por muito tempo, procurando seu lugar. Quando entrei no sindicato, já me liguei que ali era meu lugar forever. Só trabalho pra Sindicatos Cutistas ou de ideologia bem próxima, então eles têm a mesma visão de mundo que eu. Estou afinado com a orquestra.
Mesmo assim, aconteceram coisas engraçadas ao longo da carreira. Sempre tive total liberdade para criar, então teve momentos que eu estive à frente do sindicato. Por exemplo, nos anos 80 eu fiz um cartum no Sindicato dos Químicos do ABC defendendo a descriminalização do aborto e o cartum não foi publicado porque o sindicato não tinha ainda na época uma posição fechada sobre o assunto. E eu saí na frente e por conta própria fui defendendo o aborto (risos)! Algum tempo depois, o sindicato discutiu a questão e acabou publicando o cartum. Eu fiz coisas muito legais na imprensa sindical nesses mais de 20 anos de trabalho. Fiz quadrinhos com assuntos que ninguém mexia na época: contei a historia da escravidão no Brasil, a revolução cubana, as mulheres queimadas no 8 de março, a história da represa Billings, sobre prevenção da Aids, para combater o tabagismo e o alcoolismo, sobre coleta seletiva e reciclagem de lixo... Falava sobre índios, deficientes, gays e lésbicas, idosos, ecologia. Fiz uma série de cartilhas em quadrinhos contando a história da invenção do trabalho e da mais-valia desde a pré-história. Fazia tudo sozinho, eu mesmo escrevia os roteiros, desenhava e finalizava tudo. Pra fazer esses quadrinhos eu vivia lendo um livro atrás do outro: Marx, Engels, Proudhon, Heloneida Studart, Roberto Freire, Freud etc.
Eu era muito inquieto, podia fazer só meu arroz-com-feijão que nem todo mundo e ir mais cedo pra casa, mas eu não curtia ficar em casa então me dedicava ao extremo ao trabalho e ficava inventando coisas sem parar. Para os sindicatos onde eu trabalhava, isso era ótimo pois eu dava muito mais produção do que precisaria dar. O Remigio Todeschini, que hoje esta no Ministério do Trabalho e que, na época, era presidente dos Químicos do ABC, me chamava de "Prata da Casa" porque realmente eu produzia MUITO! Por tudo isso, acabei deixando minha marca na imprensa sindical brasileira, criei personagens bacanas como Caveirinha, Turma dos Químicos, Euriko e Ritalinda, Dr.Cicolo e outros que são publicados há duas décadas sem parar.

3) Como está sendo seu trabalho na MAD brasileira?
Tá ótimo! Sempre li a MAD desde moleque e a considero uma revista histórica, uma verdadeira instituição do humor gráfico mundial. Acho que meu humor tem a cara da revista, então me sinto em casa. Tenho um karma com a revista: nos anos 80, publiquei na "Seção Pretensão", quando era moleque, aí nos anos 90, publiquei um pouco já como profissional e, agora, voltei com a corda toda, produzindo bastante. É muito tranquilo trabalhar com o Raphael Fernandes, atual editor da MAD. Somos camaradas e nos damos muito bem. Ele não precisa nem falar: ele pensa, eu já saco no ar e desenho o que ele pensou!


4) Além da colaboração para várias revistas, você ainda tem seus livros, games, um quadro no programa Banca de Quadrinhos. Como é a vida de workaholic (risos)?
Terrível (risos)!!! Não tenho tempo pra namorar direito, pra dar um rolê, às vezes fico ate três dias sem tomar banho... BRINCADEIRA(risos)!!!! É uma vida muito puxada, um compromisso atrás do outro. É só pra quem aguenta o tranco mesmo, ou pra quem é doido. Mas não me queixo de nada, eu só peco a Deus muita saúde e longa vida pra realizar tudo que eu tenho vontade.

5) Podemos esperar (mais) algum novo projeto do Baraldi para 2009?
Lógico! Em novembro, tem o novo livro do Roko-Loko,"Hey Ho, Lets Go!", com prefácios do Sidney Gusman e do Franco de Rosa. Pra embelezar ainda mais o livro, ganhei uma caricatura minha pelo mestre Getulio Delphin e um Roko-Loko desenhado pelo mestre Mozart Couto. Se tudo der certo, terei comentários no livro de astros internacionais como Tarja Turunen (ex-Nightwish) e Helloween, pois eu sempre desenho o Roko-Loko contracenado com eles. Vamos lançaar o livro no nosso festão tradicional em novembro junto com a segunda edição do Prêmio Bigorna, do qual sou um dos orgulhosos papais. Também estou trabalhando no novo game do Roko, mas este eu não garanto que saia este ano. De qualquer forma, já tem bastante novidade, né? Já ponham na agenda e não percam o festão! Sucesso e saúde a todos! Abraços.

Você encontra mais informações sobre Márcio Baraldi em seu website: http://www.marciobaraldi.com.br/

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Andross seleciona textos de novos autores


A Andross Editora, parceira do Papo de Quadrinho em vários projetos, está organizando sete antologias a serem publicadas ainda em 2009.

Escritores interessados em participar da seleção já podem enviar seus textos. São vários gêneros literários (poemas, contos, crônicas e microcontos) de temáticas diferentes - de humor a suspense.

Podem participar autores iniciantes ou com obras já publicadas. O regulamento e instruções para envio dos textos estão disponíveis no website da Andross. http://www.andross.com.br

Veja a lista dos lançamentos da Andross Editora para este ano:

Palavras Veladas – Antologia de poemas
Risos de Papel – Contos e crônicas de humor
Dias Contados – Contos sobre o fim do mundo
Dimensões.Br – Contos de literatura fantástica no Brasil
Histórias Liliputianas – Antologia de microcontos
Marcas na Parede – Contos sobrenaturais, de suspense e de terror
2054 – Contos futuristas (histórias que se passem no ano de 2054)

Com quatro anos de mercado e mais de 33 títulos publicados, a Andross Editora iniciou as atividades com obras acadêmicas, cresceu e se manteve no mercado graças a um modelo de negócio diferenciado: a publicação de antologias. Por este sistema, a editora já publicou mais de 780 autores de 13 a 68 anos, do ensino médio ao doutorado, amadores e profissionais. Alguns dos que estrearam nas antologias da Andross hoje têm obras publicadas individualmente por outras editoras.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Editora Aleph lança "Os Bastidores de Watchmen"

Finalmente chega ao Brasil Watching the Watchmen, livro em que o artista Dave Gibbons relata o processo de criação de uma das obras em quadrinhos mais cultuadas do mundo.

Os Bastidores de Watchmen traz o estudo dos personagens, correspondências, anotações, esboços e muito material de arquivo. Foi escrito por Gibbons em parceria com os designers Chip Kidd e Mike Essl.

A Editora Aleph assegura que a versão em português tem ainda material exclusivo não incluído na versão original, lançada nos Estados Unidos em outubro passado.

SERVIÇO:
Os Bastidores de Watchmen
Dave Gibbons, Chip Kidd e Mike Essl
Tradução: Ricardo Giassetti
Capa Dura, 280 páginas, Formato: 20,8 x 27,6 cm
Preço: R$ 124,00

Ainda sobre Watchmen, esta semana a Warner liberou a versão final do pôster do filme (veja abaixo). Vamos combinar: poderiam ter caprichado um pouco mais...

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

30 de janeiro: Dia do Quadrinho Nacional!

A data foi instituída em 1984 pela Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo.

É uma homenagem àquela que é considerada a primeira HQ publicada no Brasil: As Aventuras de Nhô Quim ou Impressões de uma Viagem à Corte, de Ângelo Agostini, publicada no jornal Vida Fluminense a partir de 30 de janeiro de 1869.


Anos mais tarde, Ângelo Agostini ajudou a criar a primeira revista brasileira a trazer histórias em quadrinhos, O Tico-Tico, e, hoje, é nome de um tradicional prêmio do mercado brasileiro.

Por conta da comemoração desta data, acontecem hoje e no final de semana vários eventos do quadrinho nacional. Veja alguns:

Hoje:
Loja Comix e Quarto Mundo:
bate papo e autógrafos a partir das 18h (Alameda Jaú, 1998 - Cerqueira César - São Paulo)

Inauguração da sala da Associação dos Quadrinhistas de Londrina: bate-papo com Eloyr Pacheco e Carlos Nascimento (Revistaria Odisséia - Av. Senador Souza Naves, 307 – Centro - Londrina), a partir de 19h

Amanhã:
Jornada de Quadrinhos: Livraria Cultura e o coletivo Dínamo Estúdio produzem e interagem com o público durante oito horas ((Av. Tulio de Rose, 80 - Porto Alegre/RS), a partir das 14h.

(Quem souber de mais algum evento, por favor envie um e-mail para ser divulgado aqui).

Parabéns a todos quadrinhistas brasileiros, que continuam batalhando em um mercado que insiste em lhes dar as costas.
Livros - Submarino.com.br