quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Desafio Cultural Motion Comic Watchmen: Resultado

Como anunciado, o Desafio Cultural promovido pelo Papo de Quadrinho e a Warner Home Video – por meio de sua agência de mídias sociais, a Agência Ideal – foi encerrado no domingo passado, dia 27.

As respostas mais criativas à pergunta Se você fosse o Dr. Manhattan, o que faria para melhorar o mundo?, escolhidas por uma comissão da Agência Ideal, foram:

Ao invés de tentar criar sistemas "anti" armas nucleares, transformaria-as em algo mais útil. Como cerveja, de HelderRM.

Eu eliminaria Zack Snyder, de leonebachega.

Os autores das frases já foram contatados e receberão em casa um DVD Motion Comic Watchmen cada.

O Papo de Quadrinho, a Warner Home Video e a Agência Ideal agradecem a todos os participantes de mais este Desafio Cultural. Fiquem ligados nas novas promoções que vão aparecer por aqui.

domingo, 27 de setembro de 2009

Papo de Quadrinho viu: Superman/Batman: Inimigos Públicos

Há pouco tempo, eu disse aqui que Lanterna Verde: Primeiro Voo era a melhor animação lançada diretamente para consumo doméstico pela DC/Warner. Bem, vou parar de fazer este ranking porque os produtores vêm se superando a cada novo produto.

Superman/Batman: Inimigos Públicos é... fodástico!

Grande parte do mérito é de Jeph Loeb, autor do roteiro original da HQ na qual o desenho foi baseado. Mas Stan Berkowitz (o mesmo de DC: A Nova Fronteira) mostra bastante competência em amarrar seis edições de histórias em pouco mais de uma hora de animação.

Resumindo a trama: Lex Luthor, então presidente dos Estados Unidos, aproveita o iminente choque de um meteoro de kriptonita com a Terra para voltar a opinião pública contra Superman e seu aliado, Batman.

Assistir a dois ícones dos quadrinhos lutando lado a lado já é bom; ver o Superman do lado oposto ao poder constituído é ainda melhor.

A batalha contra dezenas de vilões, interessados na recompensa de US$ 1 bilhão oferecida por Luthor, é espetacular. Mas o bacana mesmo é o momento em que a dupla fora-da-lei enfrenta outros super-heróis que trabalham para o Governo: Capitão Átomo, Raio Negro, Estelar, Katana, Capitão Marvel...

Brigas entre mocinhos são sempre bacanas porque não se trata apenas de força física, mas do que cada lado acredita ser o certo (quem leu e gostou de Gerra Civil sabe do que estou falando).

Para além do roteiro de tirar o fôlego, com ação do início ao fim, está a técnica. Sem perder as características de um desenho animado e sendo bastante fiel à dinâmica de uma história em quadrinhos, há momentos em que os personagens parecem deslizar sobre a tela de tão perfeitos que são os movimentos.

Superman/Batman: Inimogos Públicos é, acima de tudo, uma história de amizade. Amizade sincera entre dois grandes homens que respeitam suas diferenças e conseguem extrair delas o que têm de melhor.

O desenho estará disponível a partir do dia 29 deste mês em três formatos: DVD simples, DVD duploe Blu-Ray. Imperdível!

Aproveite para conhecer as estátuas do desenho que a DC Direct lançou esta semana.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Motion Comics: mais uma utilidade

Os produtores do longa-metragem Dropper, com estreia prevista para final de 2010 ou início de 2011, estão usando a técnica de animação de quadrinhos para divulgar o filme.

Você assiste ao primeiro episódio abaixo e, se gostar, pode clicar aqui para ver os restantes, que vêm sendo postados periodicamente.

Dropper é um filme de suspense que vem sendo comparado a Se7en. O motion comic do filme é centrado no personagem principal, Gavin Flitch, um policial que investiga os crimes de um assassino serial que faz elevadores de vários prédios de Nova York despencarem.

Flitch parece ter algum antecedente com este tipo de acontecimento e os episódios vão, pouco a pouco, explorando a psique perturbada do protagonista.

Dropper, o motion comic, foi produzido pelo estúdio ComFlix, que há havia feito o mesmo com o filme Max Payne, da Fox. A HQ animada tem visual realista e um clima de paranóia. Vale a pena dar uma olhada;

Mais uma boa utilização desta técnica que promete se expandir cada vez mais.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Inscrições abertas para curso de quadrinhos da UEL

A Universidade Estadual de Londrina, no Paraná, vai promover a segunda edição do curso de extensão universitária Criação e Roteirização de Histórias em Quadrinhos, ministrado pelo jornalista e quadrinhista Eloyr Pacheco – editor do site Bigorna.

A carga horária é de 72 horas, com aulas de 13 de outubro a 17 de dezembro, às terças e quintas-feiras, a partir das 14h. Inscrições podem ser feitas pelo telefone (43) 3371-4328. As vagas são limitadas.

O programa inclui uma abordagem dos quadrinhos no mundo, os grandes mestres do quadrinho nacional, elementos de linguagem, técnicas de desenho e construção de narrativa.

Também serão promovidas leituras de apreciação e crítica de obras relevantes como Cavaleiro das Trevas (Frank Miller), Watchmen (Alan Moore e Dave Gibbons), Lobo Solitário (Kazuo Koike e Goseki Kojima), Spirit (Will Eisner), Transubstanciação (Lourenço Mutarelli) e Caraíba (Flávio Colin).

A primeira edição do curso Criação e Roteirização de Histórias em Quadrinhos da UEL aconteceu de maio a julho deste ano e rendeu 70 páginas de histórias. Dois alunos que se destacaram pela criação da HQ Lampião: Matar até Morrer – o desenhista Maurício Sagui e o roteirista Gabriel Faedrich – trabalharão como monitores nesta segunda edição. A coordenação é do professor José Abílio Perez Júnior.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Jamie Alexander será Lady Sif no cinema

O Hollywood Reporter confirmou na manhã de hoje que a atriz, mais conhecida pelo seriado televisivo Kyle XY (e participações em Bones e CSI Miami), acaba de se juntar ao elenco do novo filme do Deus do Trovão, que tem estreia prevista para 20 de maio de 2011.

A semelhança física é notável e talvez a caracterização ajude a disfarçar a juventude de Jamie, de apenas 25 anos (não que Sif seja mais velha, mas é que normalmente adota uma postura madura).


Segundo o HR, Colm Feore (24 Horas, O Exorcismo de Emily Rose) também já acertou com a produção. Seu personagem continua um segredo e tudo indica que seja um vilão.

Thor vai contar a origem do Deus do Trovão, desde os tempos em que era um deus impetuoso até ser banido para a Terra para viver entre os mortais.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Vale o Investimento: Capitão América: Operação Renascimento

Em tempos de Reborn – a minissérie que vai trazer o Capitão América (de novo!) de volta à vida – a Panini acerta ao lançar este encadernado que trata da morte do personagem numa outra época.

1995, para ser mais exato. A competência de Mark Waid como roteirista já é conhecida e, neste arco de histórias, ele justifica a fama. A premissa é bastante criativa: o mesmo soro do supersoldado que concedia poderes ao Capitão América passa a degenerar seu corpo.

A solução, brilhante: uma transfusão de sangue do único ser vivo que carrega o mesmo soro nas veias, com uma agravante – este homem é seu maior inimigo, o Caveira Vermelha.

Soma-se a isto a volta de outro personagem dado como morto – a ex-agente da SHIELD e ex-amante do Capitão, Sharon Carter – e tem início uma caçada ao Cubo Cósmico, em poder de um grupo neonazista.

Claro que tudo não passava de um plano do Caveira para recuperar o Cubo e brindar os leitores com uma viagem ao passado do Capitão, com direito a aparições de Bucky – nesta época também dado como morto – e até dos Invasores.

Quase imediatamente à conclusão deste arco, Waid conduz o Capitão América a uma segunda “morte”, esta metafórica: ele é acusado de traição e expatriado dos Estados Unidos. Nada poderia ser pior para o mais patriótico dos heróis.

O Capitão precisa limpar seu nome, enfrentar o andróide Mecanus e evitar um holocausto nuclear, ainda que para isso precise aliar-se novamente a um inimigo, o Doutor Destino.

O ritmo frenético do roteiro é potencializado pela arte de Ron Garney, nem tanto por sua técnica (que não é ruim) e mais pela diagramação e enquadramentos dinâmicos.

Capitão América: Operação Renascimento está nas bancas por R$ 29,90 e vale o investimento. É um tijolo de 268 páginas com ação do início ao fim, reunindo 10 edições (Captain America 444 a 448 e 450 a 454).

Altamente recomendável.

Panini estreia no segmento de brinquedos

Aproveitando o sucesso comercial da nova série Megatrip dos bonequinhos GOGO’s Crazy Bones, lançada em agosto, a subsidiária brasileira da editora Panini segue o exemplo de unidades de outros países e passa atuar também no segmento de brinquedos.

Em parceria com a Long Jump, os GOGO’s poderão ser encontrados a partir do início de outubro em 3,5 mil pontos de venda de todo o País, como lojas de brinquedos, papelarias e sites de comércio eletrônico. A novidade foi especialmente pensada como uma opção de presente para o Dia das Crianças.

Os bonequinhos serão lançados em duas apresentações, com cinco e 20 unidades. Na primeira, apenas um GOGO fica visível, mantendo um dos principais atributos deste brinquedo: ser colecionável e proporcionar a troca a e interação entre as crianças. A outra embalagem, chamda MegaPack, traz 20 bonecos sortidos num tubo plástico que serve também como porta-GOGO’s.

A série GOGO’s Megatrip chegou ao Brasil em agosto passado. A exemplo da anterior, a Urban Toys, a Panini lançou a coleção exclusivamente em bancas de jornais como um brinde que acompanha as figurinhas colecionáveis.

O livro ilustrado para colecionar os cromos custa R$ 3,90, tem 36 páginas, fichas com informações sobre cada personagem, cinco jogos, uma história em quadrinhos e um porta-GOGO’s em formato de nave encartado.

A Megatrip é composta por 80 novos personagens (20 a mais que a anterior), cada um em 20 cores diferentes. A novidade são os GOGO’s especiais com cores metalizadas, transparentes com glitter e que brilham no escuro, além do tradicional multicolorido pintado à mão. O total de combinações ultrapassa dois mil tipos. Os bonequinhos são indicados para crianças de cinco a 12 anos e aprovados pelo Inmetro.

Os GOGO’s Crazy Bones são uma marca mundial da PPI Worldwide e foram licenciados com exclusividade para a Panini por um período 10 anos para toda a América Latina.

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