terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Blenq #1 chega pela editora Júpiter II

A primeira edição da revista com os personagens criados por Rod Gonzalez, colaborador da revista Mundo dos Super-Heróis, traz duas aventuras: Devastação Florestal, escrita por Rod com arte de Darlei Nunez, e S.O.S Bicho Preguiça, também de Rod, com colaboração de Amanda e desenhos de Óqui. A capa é de Emir Ribeiro (Velta).

Ambas histórias têm como temática a preservação do meio-ambiente. Na primeira, o Esquadrão C.A.O.S pede ajuda dos heróis Blenq e Luã para resgatar um membro da equipe, Lâmina, capturada enquanto investigava a devastação florestal provocada pelo vilão Artrópode e o bando do Coronel Guedes.

Na outra história, quem recorre à dupla de heróis é o pessoal do S.O.S. Preguiças a fim de deter um traficante de animais selvagens, em especial o bicho-preguiça.

A revista traz ainda um artigo escrito pela bióloga Vera Lúcia de Oliveira, que inspirou a personagem Verinha, sobre os hábitos dos bichos-preguiça e o risco de extinção desta espécie.

Os roteiros são simples, mas demonstram que Rod pesquisou bem o tema e cumprem seu papel de denunciar os prejuízos que ações inescrupulosas vêm causando ao meio-ambiente.

A arte de Darlei Nunez precisa evoluir mais, especialmente na caracterização dos personagens e ambientação. Óqui apresenta um traço mais firme e bem finalizado, e consegue transmitir o grau de emotividade que o roteiro pretende ao mostrar o drama dos bichos-preguiça.

Blenq #1 tem 28 páginas, miolo preto e branco e capa colorida. Foi lançada pela editora Júpiter II, do amigo José Salles, e custa R$ 3,00. Os pedidos podem ser feitos pelo e-mail smeditora@yahoo.com.br.

Um comentário:

  1. Sofrível o comentário do Fernando Peres... mas, isto é um exemplo de como a Arte Sequencial Brasileira é vista por "brasileiros", que sequer conhcem a luta do quadrinho nacional. É uma pena! Temos gêneros, subgêneros e estilos... BLENQ é uma produção de brasileiro e aborda um tema tão importante. O conjunto da obra mostra seu conteúdo e a que veio... Não, posso concordar com o comentário de Fernando.
    Lancelot

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