terça-feira, 6 de outubro de 2009

Mundo dos Super-Heróis 18 nas bancas

O personagem da capa e dono do dossiê é o Superman, numa matéria completa que mostra, década a década, as principais fases do primeiro super-herói dos quadrinhos, do surgimento em 1938 até a nova origem de Geoff Johns ainda inédita no Brasil.

Minha matéria desta edição é um De A a Z sobre o Namor, um dos pilares do Universo Marvel. Confesso que foi um dos personagens que mais gostei de pesquisar e escrever a respeito. Espero ter consigo transmitir esta satisfação para os leitores.

Também participo da seção Etc&Tal que este mês traz um interessante debate sobre a compra da Marvel pela Disney. Meu “oponente” é o brilhante Maurício Muniz.

O amigo Ricardo Quartim estreia uma seção chamada Garimpo na Net, com o que há de interessante e curioso sobre quadrinhos na rede mundial de computadores. Para começar, as tiras do Pequeno Parker feitas por um brasileiro.

Outras seções são: Heróis Clássicos (Dick Tracy), Criador (Todd McFarlane), RetrôTV (o saudoso seriado do Hulk); Fichado (American Flagg), Procurado (Norman Osborn), Clássicos da Era de Ouro (Aarkus, o Visão original) e Action Figures (Marvel Legends).

Como sempre, a Mundo abre espaço para a produção brasileira de quadrinhos. Na seção Heróis BR, um perfil do Necronauta; o entrevistado desta edição é Klebs Júnior, um dos primeiros artistas nacionais a trabalhar no exterior; e mais os bastidores da criação da capa desenhada por Samicler Gonçalves.

Homem-Cronologia continua dirimindo as dúvidas mais cruéis dos leitores e a seção Peneira Pop vem com um resumo da festa de entrega do HQMix e o debate, iniciado na comunidade do Orkut, sobre as HQs que mais marcaram a infância dos leitores.

Mundo dos Super-Heróis 18 tem 100 páginas, capa especial, miolo em papel couché e custa R$ 14,90. Sexta-feira chega nas bancas de São Paulo e Rio de Janeiro e, semana que vem, nas demais localidades (é o fim, por enquanto, da distribuição setorizada).

Boa Leitura!

6 comentários:

  1. Sério, J, não sou muito fã de J Byrne, mas confesso que já li muita coisa dele. Não gosto muito do estilo dele de arte ( porém, gosto da narrativa e do visual de interiores e exteriores a la perspectiva ), mas gosto da maneira de como ele escrevia...e de como ele mudava algumas tendências das HQs e dos personagens...lembro da fase dele nos 4 Fantásticos, aquilo foi muito bom, a melhor fase do Quarteto, depois de S Lee e Jack Kirby. Byrne foi necessário na época dele, não sei se hoje ele é necessário.
    M Santiago

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  2. Agora, sério, sobre o Superman dele, de Byrne...acho que aquilo foi completamente desnecessário, haja vista, já se conhecer a origem do Super já que isso ( a origem ) é mencionado em muitas de suas histórias ao longo dos anos. Recontar pra quê? Para abocanhar novos leitores? Façam boas histórias então e aí conseguem novos leitores.
    M Santiago

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  3. J, como posso enviar para cá ( de divulgação ) uma page minha? É uma forma de verem meu traço também, poderem elogiar, criticar, etc.
    M Santiago

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  4. Santiago,
    sobre o Superman, lembre-se que a nova origem foi necessária pois a Crise nas Infinitas Terras exigiu a reformulação de vários heróis. O mesmo aconteceu com Batman Mulher-Maravilha, Batman, Lanterna Verde...

    Acho que o Byrne foi muito feliz em recriar um Superman menos "overpower" que a pré-Crise.

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  5. Enviar uma arte sua para a Galeria da revista, vc diz? Pode mandar para o e-mail do editor (manoel.souza@europanet.com.br) em tamanho A4, 300 dpi, RGB, formato JPG e compressão 7.

    Abs!

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  6. Ok, eu vou ver isso com o editor americano, se posso ou não enviar a page, ok?
    M Santiago

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